
MAIO
CONVITE - 1

A Editorial Minerva e o autor, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra poética DESFLORAR DA FLOR DE SAL de Carlos Alfredo Couto Amaral a realizar no dia 1 (sábado) de Maio de 2010, pelas 16:30 horas em
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Auditório principal
Parque Eduardo VII
Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra e autor pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra por Conceição Marques. Breve performance poética pelo autor. Momento musical por Paula Duque (canções).
Data - 1ª Edição: Maio de 2010
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Pintura da capa:Vítor Ferreira (Mioma)
Prefácio: Conceição Marques
Fotografia do autor: António Vieira da Silva
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 72
P.V.P.: 8 € (IVA incluído)
A escrita abre Carlos Amaral ao fascínio da embriaguez e da surpresa, entre os impulsos e os sentimentos, que o movem e o provocam. Desperta metáforas e cliques mentais como uma espécie de iluminação na busca de um rasgo de significado divino erotizado.
Carlos Alfredo Couto Amaral nasceu em 1960 em Mangualde. Licenciou-se em Filosofia. Professor na Escola Daniel Sampaio da Sobreda. Mestre com uma dissertação no âmbito da Estética de Nietzsche. Encenador, dramaturgo e actor no GITT. Publicou poesia em 2000 A Sombra dos Momentos Felizes; em 2004 Sereno Fluir das Horas. Participou em múltiplas declamações de poesia. Colabora em jornais e revistas.
CONVITE - 2

Editorial Minerva e os autores, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para
a sessão de apresentação da colectânea DO INFINITO - conto & poesia, a realizar
no dia 8 (Sábado) de Maio de 2010, pelas 16:30 horas em
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Auditório principal
Parque Eduardo VII
Coordenação da sessão e apresentação da obra e autores pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues com a colaboração do “Mestre em História da Qualidade de Vida
e da Boémia Contemporânea” von Trina. Momento musical (canções) por Cristina Estrompa.
Visite AQUI o blogue deste projecto!
AUTORES
Conto
GISELLE DUMONT REIS; DELFINA VERNUCCIO; JOÃO CORDEIRO; SARA MADALENO; DELMAR DOMINGOS DE CARVALHO; JOÃO PIMENTEL FERREIRA
Poesia
EMÍLIO LIMA; SÉRGIO FONSECA; ELSA MAJOR; ISABEL VALENTINO; LUÍS FILIPE RODRIGUES; LEONOR BETTENCOURT BERNARDO; SHINYA JORDÃO; IRONDINA VIEGAS; MÁRIO BEIRÃO; MARIA HELENA DINIS PRATA TOMÁS; MANUEL JOSÉ CARIA GONÇALVES; CATARINA MOURO; JOÃO GAMA; JOSÉ BRANQUINHO; EMÍLIA NUNES; GUILHERMINA RUIVO
Data - 1ª Edição: Maio de 2010
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Pintura da capa: Miguel d'Hera
Formato: 21 x 13,5 cm
Páginas: 256
P.V.P.: 10 € (IVA incluído)
PREÂMBULO
Conto
«(...) Oscar Wilde escreveu duas frases que, na minha idiossincrasia, traduzem bem a necessidade e a importância espiritual de uma “outra vida” (ou dimensão desta) talvez mais autêntica e real que aquela a que estamos habituados e à qual estamos presos julgando – por vezes – ser a única: «a literatura antecede sempre a vida»; «o máximo na literatura é a realização daquilo que não existe». Podemos ser e ter tudo em Literatura, sobretudo aquilo que julgávamos não existir. “O que (ainda) não existe” – para aqueles que perderam a capacidade de sonhar, de imaginar - é a outra dimensão da Vida; quando narramos aos outros e a nós mesmos, os nossos desejos, utopias, sonhos, impossibilidades e vontades radicais, estamos a criar, como deuses, – no Olimpo da Literatura - aquilo que “não existia”. Também Fernando Pessoa(s) assumia, em termos de Vida-vivida, com mais autenticidade e sentido(s), pelo fingimento e com as máscaras (uma outra forma de imaginar e criar mundos), o primado da Vida-Literatura: “a literatura como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta”.
Escrever, seja o que for, com coerência, paixão, sentido(s) e capacidade de inovação, é cada vez mais difícil; vivemos rodeados de verborreias televisivas e outras de toda a espécie (sobretudo no plano da Educação e Ensino) – arriscamo-nos ao esgotamento e à de(s)ignificação dos rituais, do encanto, dos mistérios e da magia do Ver-a-Ler, das palavras-luz através das quais se vê o mundo – escre(ver) é ver, ver é contar... Recriar o mundo pela narrativa, é talvez uma das tábuas de salvação do Homem (...)».
Poesia
«(...) A tentação primeira, perante a leitura de uma qualquer obra poética, deve ser a de nada lhe perguntar pois talvez nenhuma pergunta seja possível. Escreveu Eduardo Lourenço nessa maravilhosa obra chamada Tempo e Poesia: “Compreender a poesia é olhá-la sem a tentação de lhe perguntar nada. É aceitar o núcleo de silêncio donde todas as formas se destacam. A obra vale pela densidade de silêncio que impõe. Por isso os poetas que imaginam dizer tudo são tão vãos como as estátuas gesticulantes”.
Sabemos e sentimos que a Poesia é bem mais do que uma linguagem: energia-cósmica que impele a procura de nós, trilho do Graal, mística, amor, paixão, algo sagrado. No poema, as palavras não são palavras, são “outra coisa” que tem a força e o sentido de uma oração a todos os deuses. Fruir estes poemas-oração, é como descansar serenamente - e por magia - sobre as águas do Mar num dia calmo e ao crepúsculo (...)».






